Alguns viajantes poderão não gostar de tomar agentes químicos de profilaxia da malária, devido a vários factores:
- A área para onde viajam não é altamente endémica e/ou ficam sempre em cidades grandes, em hotéis com ar condicionado.
- A viagem é muito curta e o risco muito baixo.
- Experiência anterior negativa com a profilaxia química (efeitos secundários).
O seu médico ou especialista de um centro de saúde local para viajantes irá decidir se um tratamento de emergência é ou não adequado ao seu itinerário específico. No entanto, foi provado em estudos de seguimento que a maior parte dos indivíduos a quem foi dado um tratamento de emergência não necessitaram do mesmo.
Tal como sucede com a profilaxia química, o medicamento receitado para o tratamento de emergência depende de vários factores, como por exemplo, o destino geográfico.